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Legião Urbana

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece

O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor

Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face

É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade

Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

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Nova Casa

Olá, amigos!
Tive que transferir o Blog EBERCRIS para o WordPress pois o serviço do Live Spaces será excluído em breve.
Aproveitei para mudar o nome do Blog que passa a ser: Ctrl C / Ctrl V “o site copia e colo da web”.
Espero me adaptar rapidamente ao WordPress e que vocês gostem da nova cara do Blog. Estou aberto a sugestões para melhorá-lo.
Abraço a todos!
Eber, editor

Paulo França
 
Quando a chuva descer e o deserto florescer (Toque no altar); Uma chuva diferente está se formando no céu (Cassiane); Faz chover (Fernandinho); Chuva de avivamento (Alda Célia); Som da chuva (Soraya Moraes); Quero ver chuva de poder, eu quero ver chuva de unção (Pâmela); Chove, chove chuva, chuva de poder (Eyshila); to na benção é chuva de amor (Unção Ágape).
Aliais o que se tem pedido de chuva em nossos cultos não está no gibi. Cantores diferentes, com ritos variaveis, mediante intermináveis repetições imploram ao Senhor dos Céus que derrame um enorme aguaceiro sobre essa terra tupiniquim. Como bem afirmou João Alexandre em sua canção “É proibido pensar”, essa geração procura alguém que possa resolver seus problemas entoando canções do mesmo tema, meras repetições… Reflitamos com sinceridade, será que como dizem as nossas canções estamos vivendo a plenitude de um grande avivamento? Será que a tão profetizada chuva de bençãos e poder tem caído sobre a igreja brasileira?
Nestes dias sintimos um verdadeiro espanto no coração, em constatar que o evangelho já mudou. Quem ontem era servo agora acha-se Senhor e diz a Deus como Ele tem que ser … Pois é, parece que nos últimos anos, a igreja brasileira se perdeu no caminho em direção ao trono da graça. Isto porque, as letras de algumas de muitas de nossas composições, encontram empobrecidas teologicamente.
Façamos coro, para a volta do verdadeiro evangelho que exalta a Deus. O evangelho que desvenda os nossos olhos, que desamarra todo nó que já se fez. Eu quero o evangelho que mostra o homem morto em seu pecar sem condições de levantar-se por si só, a menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está. Eu quero o evangelho que o servo não diz ao seu Senhor o que fazer, determinando ou marcando hora para acontecer.

 Arnaldo Jabor 

 


Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e
transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas  e
saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram,
trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos.


Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos
‘personal dance’, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido
fácil, alguém duvída?


Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem
necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta
olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão
‘apenas’ dormirem abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa
marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a
carreira, a produção.


Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como
voltar a ‘sentir’, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão
distante de nós.


Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos
ORKUT, o número que comunidades como:
‘Quero um amor pra vida toda!’, ‘Eu sou pra casar!’ até a desesperançada
‘Nasci pra ser sozinho!’
Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de
rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.


Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada
dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão
infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que
verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa
verdade de cara limpa.


Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé,
brega.


Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer
ridículos, abobalhados, e daí?
Seja ridículo, não seja frustrado, ‘pague mico’, saia gritando e falando
bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser
feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito
brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais
volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.


Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um
problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê
pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou
uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que
realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não
pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra
alguém: ‘vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou
quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique
comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida’.


Antes idiota que infeliz!

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O nosso amor é muito profundo e verdadeiro porque Deus é a primazia em nossas vidas.

Hoje comemorando bodas de Estanho ou Zinco sabemos que existe alguém para amar e sentir o carinho como expressão desse amor, ainda mais alicerçado em uma promessa de fidelidade e respeito entre nós.

Apesar das dificuldades que enfrentamos o amor que sentimos um pelo outro e a confiança em nosso Deus que nos uniu e muito grande que qualquer coisa que possa surgir para tentar tirar a certeza que temos em nossos corações.

Recebido por e-mail


      No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
  – Quantos rins nós temos?
  – Quatro! Responde o aluno.
  – Quatro? – Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em  tripudiar sobre os erros dos alunos.
  – Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala – ordena o professor a  seu auxiliar.
  – E para mim um cafezinho! – Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.  O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o ‘Barão de Itararé’.

    Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
  – O senhor me perguntou quantos rins ‘nós temos’. ‘Nós’ temos quatro: dois meus e dois teus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.’

   Moral:  A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Ás vezes as pessoas, por terem um pouco mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros…

  E haja capim!!! 

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta.

Escreveu assim:

*"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a

conta do padeiro nada dou aos pobres"*

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram

quatro concorrentes.

 

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a

conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

 

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:

Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a

conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

 

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a

conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

 

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta

interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a

conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

 

*Moral da estória:

Assim é a vida. Pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós

 

é que colocamos os pontos. E isso faz toda a diferença.*

Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de
Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM

Mário Prata

“…Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de algo que desejamos, seja um amor, um emprego, uma amizade, uma casa, etc.

Muitas vezes, a vida usa símbolos, acontecimentos que são sinais para que possamos entender que, antes de merecermos aquilo que desejamos, precisamos aprender algo de importante, precisamos estar prontos e maduros para viver determinadas situações.

Se isso está acontecendo na sua vida, pare e reflita sobre a seguinte frase: “Não corra atrás das borboletas. Cuide do seu jardim e elas virão até você!”

Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que esse fluxo é perfeito.

Tudo acontece no seu devido tempo.

Nós seres humanos, é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo “empurrar o rio”. O rio vai sozinho, obedecendo o ritmo da natureza.

Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivendo no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão.

Mas se nos dedicarmos a cuidar de nosso jardim, a transformar o nosso espaço [a nossa vida] num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável… as borboletas virão até nós!

Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá…!”

Roberto Freire

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco, você levou para conhecer a sua mãe e ela foi de blusa transparente. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai ligar e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário, ele escuta Egberto Gismonti e Sivuca. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim.

Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes de Woody Allen, dos irmãos Cohen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettuccine ao pesto é imbativel. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desses, criatura, por que diabo está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido do que por uma ficha limpa. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referências.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó. Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é…