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+Dom Robinson Cavalcanti

No momento em que o Censo de 2010 desmente a previsão de alguns sociólogos, e a percentagem de pessoas que se autodenominam de “protestantes” não para de crescer na população brasileira – e agradecemos a bênção de vidas transformadas – sentimos que esse crescimento não esteja relacionado com um esperado decréscimo na violência, na injustiça e na desonestidade da nossa nação. Sentimos o fracionamento escandaloso do Corpo de Cristo, em que os cismas se transformaram em uma rotina. Sentimos que cresce a quantidade de púlpitos que não expõem a Palavra de Deus em sua inteireza e em sua integridade. Sentimos que no meio do Legalismo, falta a Graça; que no meio da Prosperidade falta a Cruz; que no meio da Batalha Espiritual falta o poder do Sangue. No meio dos Escândalos falta Santidade. No meio do Liberalismo falta o Temor do Senhor.

Não seriam essas debilidades qualitativas de um gigante quantitativo de pés de barro – a Igreja Evangélica no Brasil – sinais evidentes do distanciamento e do esquecimento dos postulados sempre atuais da Reforma Religiosa do Século XVI?

O estudo, a promoção e a atualização da Reforma é tarefa de cada geração, e quando isso não ocorre, o povo pode se perder.

Como Anglicanos, nossas raízes celtas, nossa passagem por Roma e nossa contemporaneidade, não minimizam a centralidade do fato de que somos legítimos herdeiros da Reforma, e que essa fidelidade com moderação e bom senso é algo que a nação precisa, e que a nós o Senhor da Igreja nos deu como responsabilidade partilhar para construir.

Que o Senhor nos conceda a coragem de Lutero, a lucidez de Calvino, e a visão de Cranmer.

Sola Scriptura, Solus Christus, Sola Gratia, Sola Fide… Ad Majorem Dei Gloria!

Fonte: http://www.dar.org.br

Martinho Lutero

Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante, de onde posteriormente veio a Igreja Presbiteriana, e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.

Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

1ª Tese > Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos…., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.

2ª Tese >E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.

3ª Tese > Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne.

4ª Tese  > Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.

5ª Tese > O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.

6ª Tese > O papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.

7ª Tese > Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.

8ª Tese > Canones poenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas aio Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.

9ª Tese  >Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema

10ª Tese > Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.

11ª Tese > Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.

12ª Tese > Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.

13ª Tese > Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.

14ª Tese > Piedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.

15ª Tese Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.

16ª Tese > Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.

17ª Tese > Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.

18ª Tese Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.

19ª Tese  > Ainda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto.

20ª Tese > Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas.

21ª Tese Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.

22ª Tese > Pensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.

23ª Tese > Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.

24ª Tese > Assim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.

25ª Tese > Exatamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d’almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.

26ª Tese > O papa faz muito bem em não conceder às almas o perdão em virtude do poder das chaves (ao qual não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.

27ª Tese > Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.

28ª Tese > Certo é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.

29ª Tese > E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoal.

30ª Tese > Ninguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.

31ª Tese > Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e, pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.

32ª Tese > Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.

33ª Tese > Há que acautelasse muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dadiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.

34ª Tese > Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens.

35ª Tese > Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.

36ª Tese > Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.

37ª Tese > Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.

38ª Tese > Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino.

39ª Tese > É extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pesar.

40ª Tese > O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo: mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso.

41ª Tese > É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.

42ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.

43ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências.

44ª Tese > Ê que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena.

45ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus.

46ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura , fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.

47ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada

48ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro.

49ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus.

50ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51ª Tese > Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgências, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro.

52º Tese > Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.

53ª Tese > São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas.

54ª Tese > Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia.

55ª Tese > A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades.

56ª Tese > Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecido na Igreja de Cristo.

57ª Tese > Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a estes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam.

58ª Tese > Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior.

59ª Tese > São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.

60ª Tese > Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo.

61ª Tese > Evidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta.

62ª Tese > O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.

63ª Tese > Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos.

64ª Tese > Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabiamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros.

65ª Tese > Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.

66ª Tese > Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.

67ª Tese > As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos.

68ª Tese > Nem por isso semelhante indigência não deixa de ser a mais Intima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.

69ª Tese > Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência-

70ª Tese > Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos.

71ª Tese > Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.

72ª Tese > Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.

73ª Tese > Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.

74ª Tese > Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência,  prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir.

75ª Tese > Considerar as indulgências do papa tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente.

76 ª Tese > Bem ao contrario, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular o que diz respeito à culpa que constitui.

77ª Tese > Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papa.

78ª Tese > Em contrario dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes o dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1Coríntios 12.

79ª Tese > Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia.

80ª Tese > Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento.

81ª Tese > Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a Indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos.

82 ª Tese > Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima’ caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante Insignificante?

83ª Tese > Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou pretendas oferecidos em favor dos mortos, visto’ ser Injusto continuar a rezar pelos já resgatados?

84ª Tese > Ainda: Que nova piedade de Deus e dó papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga?

85ª Tese > Ainda: Por que os cânones de penitencia, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor?

86ª Tese > Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres?

87ª Tese > Ainda: Quê ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária?

88ª Tese > Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como Já O faz, cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito.

89ª Tese > Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes?

90ª Tese > Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa a zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

91ª Tese > Se a Indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido.

92ª Tese > Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há Paz.

93ª Tese > Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz.

94ª Tese > Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno.

95ª Tese > E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.

Multidões e mais multidões enchem o vale da Decisão; está perto o Dia do Senhor, no vale da decisão. (Joel 3:14) 

Parábola da Indecisão

Havia um grande muro separando dois grandes grupos.
De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.

E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.

O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:

– Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!

Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada… Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
– O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?

Grande foi à surpresa do jovem quando Satanás respondeu:

 -É porque o muro já é MEU!!!

Lembre-se de que não existe meio termo.

O muro já tem dono!!

Desçam do muro!

Alderi Souza de Matos

1. Qual a importância da Reforma?

A Reforma Protestante foi importante para o cristianismo porque chamou a atenção para verdades (doutrinas) e práticas bíblicas que haviam sido esquecidas ou distorcidas pela Igreja Medieval. Não foi um movimento inovador, mas restaurador das convicções e ênfases do cristianismo original. Algumas de suas principais contribuições foram: retorno às Escrituras; a centralidade de Cristo; a salvação vista como dádiva da graça de Deus, a ser recebida por meio da fé; a Igreja não é a instituição ou a hierarquia, mas o povo de Deus – cada cristão é um sacerdote.

2. A Reforma foi um movimento exclusivamente religioso?

Embora tenha sido um movimento predominantemente religioso, a Reforma teve importantes ligações com as realidades econômicas, políticas e sociais do século 16. Na área econômica, contribuíram para a Reforma fenômenos como o fim do feudalismo, o desenvolvimento do capitalismo e a crescente urbanização. Ao contrário da mentalidade católica medieval, os protestantes tinham uma visão positiva do trabalho, do lucro e das ocupações “seculares”. Suas concepções acerca da pobreza também eram diferentes. Por outro lado, a Reforma foi um protesto contra a opulência da Igreja Majoritária e suas contínuas interferências na economia das nações européias (através de inúmeros impostos eclesiásticos e outros meios).

3. Qual a posição de Lutero quanto ao livre arbítrio?

Lutero negou o livre arbítrio no que diz respeito à salvação – o ser humano, escravizado pelo pecado, não pode por si mesmo buscar a Deus. Todavia, o livre arbítrio permanece intacto em relação a outras questões, como as decisões comuns e as responsabilidades da vida cotidiana.

4. Por que existem tantas igrejas protestantes?

Lutero defendeu firmemente a sacerdócio universal dos fiéis, mas essa não é a principal razão da existência de muitas igrejas evangélicas. A razão maior está no princípio do “livre exame”, ou seja, o direito de todo cristão de estudar por si mesmo as Escrituras, não ficando preso à autoridade da Igreja ou a uma interpretação “oficial” da Bíblia.

5. Há necessidade de uma nova Reforma?

Existem muitas igrejas ditas “protestantes” ou “evangélicas” que, por terem se afastado dos princípios básicos propostos pelos reformadores, realmente necessitam de uma nova Reforma.

6. Como a Reforma contribuiu para o pensamento moderno?

A Reforma contribuiu para o pensamento moderno de muitas maneiras. Seu questionamento do autoritarismo religioso medieval, sua ênfase à participação responsável dos fiéis na vida e na direção das igrejas, seu estilo participativo de liderança, sua valorização do trabalho e de toda e qualquer ocupação honesta contribuíram para o fortalecimento de noções como liberdade, democracia e solidariedade social. Os diferentes reformadores e seus seguidores deram importantes contribuições nas áreas da teologia, filosofia, política, sociologia e ética.

7. Que dizer da imagem negativa de Lutero?

Felizmente, essa imagem negativa de Lutero está em declínio. Atualmente, mesmo historiadores católicos têm tido uma visão mais construtiva e equilibrada do pensamento e da obra do reformador.

8. É correta a interpretação de Marx e Engels de que a Reforma foi motivada por fatores sociais e econômicos?

Essa visão de Marx e Engels é parcial e inadequada. Lutero foi movido acima de tudo por sua intensa experiência religiosa. Ele havia se tornado um monge por preocupar-se com a sua salvação; porém, a sua vida monástica só fez aumentar a sua insegurança espiritual. Foi então que descobriu nas epístolas paulinas o ensino acerca da justificação pela fé. Essa experiência libertadora, que trouxe paz ao seu coração, e as convicções dela resultantes, foram o fundamento da sua obra como reformador.

9. Lutero era aliado das elites?

Lutero era inteiramente popular, como demonstram fartamente os seus escritos. Ele era um homem do povo, falava a linguagem do povo, por vezes bastante áspera, e só ocasionalmente envolveu-se com os nobres, por força das circunstâncias políticas da época.

10. É verdade que o reformador Lutero gostava de uma boa cerveja?

Lutero realmente gostava de comer e beber, por entender que essas eram dádivas de Deus aos seus filhos.

11. Por que a Reforma teve diferentes manifestações?

A Reforma teve características distintas em outras partes da Europa por vários motivos: as personalidades e ênfases dos outros reformadores, as peculiaridades culturais das outras nações e as realidades políticas dessas nações. Por exemplo, na Inglaterra a Reforma só implantou-se graças à interferência decisiva de vários monarcas, como Henrique VIII, Eduardo VI e, em especial, Elizabete I. Querendo agradar os seus súditos protestantes e católicos, ela criou o anglicanismo, uma síntese de elementos dessas duas tradições religiosas.

Fonte: Mackinzie

Alderi Souza de Matos


1. Antecedentes: o rei Carlos I (1625-1649) procurou impor o anglicanismo aos puritanos ingleses e aos presbiterianos escoceses. Porém, estes últimos se rebelaram e enfrentaram com êxito os exércitos reais. Precisando de mais tropas e dinheiro, Carlos viu-se forçado a promover a eleição de um parlamento. Para frustração do rei, os ingleses elegeram um parlamento puritano, que foi prontamente dissolvido. Feita nova eleição, a maioria puritana tornou-se ainda mais expressiva. Diante da recusa do parlamento em ser novamente dissolvido, resultou uma guerra civil.

2. A Assembléia: por setenta e cinco anos os puritanos vinham insistindo para que a Igreja da Inglaterra tivesse uma forma de governo, doutrinas e culto mais puros. Assim, o parlamento convocou a Assembléia de Westminster, composta de 121 dos mais capazes pastores da Inglaterra, 20 membros da Casa dos Comuns e 10 membros da Casa dos Lordes. Todos os 121 teólogos eram ministros da Igreja da Inglaterra e quase todos eram calvinistas. Quanto ao governo da Igreja, a maioria era a favor da forma presbiteriana, muitos desejavam a forma congregacional e uns poucos defendiam a forma episcopal. Essa questão gerou os debates mais longos e acalorados da Assembléia, que se reuniu na Abadia de Westminster, em Londres, a partir de 1º de julho de 1643. Os trabalhos se estenderam por cinco anos e meio, durante os quais houve mais de mil reuniões do plenário e centenas de reuniões de comissões e subcomissões.

3. Os escoceses: tão logo a Assembléia iniciou os seus trabalhos, as forças parlamentares começaram a sofrer reveses na guerra. O parlamento buscou o auxílio da Escócia, que concordou em ajudar sob uma condição – que todos os membros da Assembléia de Westminster e do parlamento assinassem um pacto solene comprometendo-se a manter e defender a Igreja Presbiteriana da Escócia e a reformar a Igreja da Inglaterra e da Irlanda em sua doutrina, governo, culto e disciplina, de acordo com a Palavra de Deus. Isso foi aceito. Os presbiterianos escoceses também puderam enviar representantes à Assembléia de Westminster, quatro pastores e dois presbíteros, que participaram dos trabalhos sem direito a voto. Eles exerceram uma influência desproporcional ao seu número. Logo que chegaram e foi assinado o pacto solene (setembro de 1643), houve uma mudança radical no trabalho da Assembléia. Até então, a idéia era revisar os Trinta e Nove Artigos da Igreja Anglicana. Agora, passou-se a fazer uma reforma completa da Igreja.

4. Os documentos: a Assembléia de Westminster caracterizou-se não somente pela erudição teológica, mas por uma profunda espiritualidade. Gastava-se muito tempo em oração e tudo era feito em um espírito de reverência. Cada documento produzido era encaminhado ao parlamento para aprovação, o que só acontecia após muita discussão e estudo. Os chamados “Padrões Presbiterianos” elaborados pela Assembléia foram os seguintes:

(a) Diretório do Culto Público: concluído em dezembro de 1644 e aprovado pelo parlamento no mês seguinte. Tomou o lugar do Livro de Oração Comum. Também foi preparado o Saltério: uma versão métrica dos Salmos para uso no culto (novembro de 1645).

(b) Forma de Governo Eclesiástico: concluída em 1644 e aprovada pelo parlamento em 1648. Instituiu a forma de governo presbiteriana em lugar da episcopal, com seus bispos e arcebispos.

(c) Confissão de Fé: concluída em dezembro de 1646 e sancionada pelo parlamento em março de 1648.

(d) Catecismo Maior e Breve Catecismo: concluídos no final de 1647 e aprovados pelo parlamento em março de 1648.

5. Conseqüências: com o auxílio dos escoceses, as forças parlamentares derrotaram o rei Carlos I, que foi decapitado em 1649. O comandante vitorioso, Oliver Cromwell, assumiu o governo. Porém, em 1660, Carlos II subiu ao trono e restaurou o episcopado na Igreja da Inglaterra. Teve início uma nova era de perseguições contra os presbiterianos. Na Escócia, a Assembléia Geral da Igreja Presbiteriana adotou os Padrões de Westminster logo que foram aprovados, deixando de lado os seus próprios documentos de doutrina, liturgia e governo que vinham da época de John Knox. Isso é ainda mais surpreendente diante do fato de que somente quatro pastores escoceses participaram da Assembléia de Westminster (Alexander Henderson, Robert Baillie, George Gillespie e Samuel Rutherford). As razões para isso foram os méritos dos padrões de Westminster e o desejo de maior unidade entre os presbiterianos das Ilhas Britânicas. Da Escócia, esses padrões foram levados para outras partes do mundo.

Referência


LINGLE, Walter L. Presbyterians: their history and beliefs. Richmond: John Knox Press, 1960.
Apêndice – A Reforma Inglesa e a Assembléia de Westminster


1. Henrique VIII (1509-1547)
            1534 – Ato de Supremacia: surge a Igreja Anglicana
2. Eduardo VI (1547-1553)
            Thomas Cranmer – Trinta e Nove Artigos e Livro de Oração Comum


3. Maria Tudor (1553-1558)
            Perseguição contra os protestantes
            Refugiados no continente; a Bíblia de Genebra
4. Elizabete I (1558-1603)
            Restauração do Ato de Supremacia
            Surgimento dos “puritanos”
5. Tiago I (1603-1625)
            Ênfase no episcopalismo
            Primeiros puritanos vão para a América
6. Carlos I (1625-1649)
            Guerra contra os escoceses e guerra civil inglesa
            Assembléia de Westminster (1643-1649)


7. Interregno (1649-1660)
            Execução do rei; governo de Oliver Cromwell
8. Carlos II (1660-1685)
            Restauração da monarquia e do episcopalismo

Fonte: Mackenzie

Rev. Rodrigo Silva – Digão

Nancy Dusilek, viúva do pastor batista Darci Dusilek, certa vez escreveu um livro interessante: A mulher sem nome. Nele, ela relata todo o universo da mulher do pastor, tudo o que ela sofre, o que passa, as alegrias e as tristezas.

Alex Smallbone é um personagem de TV. No programa britânico Rev, que mostra com bastante humor a rotina de um vigário anglicano (a definição de pastor / padre depende de que lado do anglicanismo olhamos, se evangélico, liberal ou anglo-católico), Adam Smallbone, e seu relacionamento “comum” com sua esposa advogada que ganha bem mais que ele.

Realmente, a vida da mulher de pastor é complicada. Até mesmo mais que a vida do pastor. Ela sofre com ele e por ele. Fica magoada com os comentários maldosos das “irmãzinhas” – afinal, estão falando é do marido dela! Segura a onda do marido, que toma bordoada por causa do ministério. Não pode esmorecer com ele, senão a casa cai – literalmente. Além disso, tem que ajudar na educação dos filhos, na rotina da casa… e isso tudo, na maior parte das vezes, sem reconhecimento da igreja. É uma mulher sem nome.

Como vivemos em uma sociedade capitalista, há aquelas esposas de pastor que trabalham fora para ajudar no orçamento – é verdade, existem pastores mal pagos, e eles são maioria! Infelizmente, como disse um professor meu, somos iluministas em um mundo pós-moderno, e as igrejas, ou parte delas, não aprendeu a ver a esposa do pastor como uma pessoa independente, que trabalha, estuda, vive a vida. Grande parte das igrejas ainda está sob o paradigma da mulher sem nome: a mulher do pastor deve estar sempre linda, cheirosa, bem-arrumada, os filhos calmos e tranqüilos ao seu lado, enquanto o marido prega. Isso se ela não tiver que reger o coral ou tocar piano… Se a esposa ganha mais que o pastor, então, pode dar até problema na condução da igreja, por causa dos falatórios que podem surgir de gente pronta a fofocar e indisposta a ajudar!

Mas, aos poucos, a coisa está mudando. A esposa de um colega conhecido meu resolveu colocar silicone nos seios – e não houve quem quisesse jogá-la na fogueira da Santa Inquisição gospel. Várias esposas de colegas meus estão buscando profissionalização através de cursos superiores, estágios, concursos, empregos formais. Minha esposa mesmo faz pedagogia, enquanto cuido das nossas filhas nos seus dias de aula. Mas ainda há muito ao que mudar. Assim como a igreja evangélica, parada no tempo, não sabe como lidar com um pastor humano, feito de carne e osso, também não sabe como lidar com a família do pastor. Daí vive grande paradoxo: a família é um valor basilar da igreja, mas a família do pastor sempre é a primeira a ser atacada com fofocas e maledicências.

A mulher do pastor, enfim, também exerce ministério pastoral. Mas ela pastoreia o marido, nas horas de tempestades, e os filhos, juntamente com o marido. Um conselho que dou às irmãs já esposas de pastores, e aquelas que pensam em ser: vivam a vida conjugal com o seu marido, e não com a igreja. Afinal, a cama agüenta o peso de duas pessoas, não de 50, 100. Você se casou com um homem, não com uma instituição. Antes de ser pastor da igreja – e, por conseguinte, também seu – ele é o homem que você escolheu para envelhecer junto. Isso é muito mais importante que cargos, nomeações, posições sociais. 

Fonte: Genizah

Esboço > Salmo 23

Pr. Jorge Santos

O Senhor é meu Pastor
Isto é relacionamento.

Nada me faltará
Isto é suprimento.

Caminhar me faz por verdes pastos
Isto é descanso

Guia-me mansamente a águas tranqüilas

Isto é refrigério

Refrigera a minha alma

Isto é cura

Guia-me pelas veredas da justiça

Isto é direção

Por amor do seu nome
Isto é propósito

Ainda que eu andasse pelo vale das sombras da morte

Isto é provação

Eu não temeria mal algum
Isto é proteção

Porque Tu estás comigo
Isto é fidelidade

A tua vara e teu cajado me consolem

Isto é disciplina

Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos
Isto é esperança

Unge a minha cabeça com óleo
Isto é consagração

E meu cálice transborda
Isto é abundância

Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias de minha vida
Isto é benção

E eu habitarei na casa do Senhor
Isto é segurança

Por longos dias
Isto é eternidade

Conclusão

O que é mais valioso não é o que nós temos em nossas vidas, mas Quem nós temos em nossas vidas.
Jesus Cristo, o Salvador do mundo.

Rev. Itamar Bezerra

E ágora, Meus Irmãos , O Que faremos Diante de Tão solene Convocação ? “O homem Todo Entre ti aparecerá perante o Senhor TEU Deus , não escolher Lugar Que ele ( COM SUA Toda uma Família vs. 14) um par Celebração vs 15 ” PORÉM NAO APARECERÁ DE MAOS VAZIAS PERANTE O senhor vs 16 “.

DT. 16:16; EX. 23

SE VOCÊ AO LER Este Texto tentar espiritualizá – lo , achando Que Deus DEVE Estar Falando de Coração quebrantado hum, OU fazer trazemos louvor Lábios Que nsa, etc .. entao leia Isto É : ESTAS ” São como festas ( cultos ) do Senhor , Que proclamareis santas convocações Para, Pará oferecer AO Sr. Oferta queimada , holocaustos e Oferta de manjares , sacrifícios e liberações , CADA in qua Seu Próprio dia ; dos Sábados Além Do Senhor , E das vossas dádivas , e de Todos OS Vossos votos , TODAS e de como vossas Ofertas voluntárias Que dareis AO Senhor “. ( Lv. 23:37,38 ). O Povo Deverià Levar AO Senhor , com alegria , como primícias de Todo o Seu Trabalho , reconhecendo Que Absolutamente Tudo VEM das Mãos SUAS . ASSIM , o Agricultor trazia OS SEUS Feixes , o artifício OS SEUS utensilios , o fazendeiro trazia um CRIA DOS SEUS animais, Outro trazia ouro e prata, Enfim, Ninguém aparecia de Mãos vazias . Uma era Oferta e E Parte indispensável fazer um Culto Deus ; havia nao e nao DEVE Haver Oferta SEM cultos . Embora o Contexto SEJA Diferente , O Princípio e o São mesmo.Quais Hoje OS NOSSOS sacrifícios , holocaustos , queimadas Ofertas , imolados animais ? E Claro, Adoramos AO in Espírito Senhor e atraves Em verdade fazer Sacrifício Único , Suficiente e irrepetível de Jesus o Nosso Senhor , Mas continuaremos trazendo como primícias Toda um altar de Nossa Renda AO. Faz Parte da disciplina , do ensino e da didática de Deus , um FIM nsa de conduzir sem Caminho da Santidade , in obediência à Palavra Sua, libertos da idolatria , da avareza , do apego Às Coisas materiais Como verdadeiros peregrinos Que Somos . Dizimar e reconhecer e ofertar uma Soberania do Senhor , o Seu Governo EO Seu Cuidado Sobre As Nossas Vidas ; E Declarar Que O Nosso sustento , Toda VEM provisão d’ marca Ele somente (I Cron 29:10-22 ). ; HÁ Poder Que nao in sustentar parágrafo NSA, como Nossas Vidas , Por Mais Que sejamos habilidosos , OU MESMO Por Mais Que estejamos ansiosos (Mt 6:25-34). Se NÓS vigiarmos nao, Irmãos, O Nosso Culto se tornará Vazio Significado e SEM , Pelo Fato de andarmos Tão comprometidos com ” Mamom ” Nao ( Mt 6:19-21) podeis SERVIR uma Riquezas Deus e como “. Em Nome de Jesus NÓS PODEMOS nsa nao deixar Dominar Pelo Dinheiro , elemento indispensável e nsa a todos ( sem Sistema capitalista Que Vivemos em) , Mas nao PoDE serviços O Nosso Deus. Tem gente Que Gasta o MET Que EO Que com temperatura nao como supérfluas Coisas Mais, Mas nao eh Tostão Dá um parágrafo Causa de Deus ; desperdiçam TODO o Seu Salário in Coisas fúteis par o Seu Vaidade e Conforto, e DEPOIS dizem : nada sobrou nao . Outros veem o Seu Salário Pelos Dedos escorregando e sumindo Pelo ralo , SEJA NA Conta da Farmácia , não quebrou Que Carro, sem prejuízo Inesperado , perguntam se Enfim : Por que? Deus uma temperatura Resposta: ” sois amaldiçoados com Maldição , PORQUE Um MIM me roubais ” (Malaquias 3: 8-12). Nesse MESMO Texto Fala Que Deus HÁ UM Devorador solto Que Consome o Fruto da Terra , formos Mas Que Sera repreendido Por Ele, Causa Nossa por, quando fiéis . ASSIM , eu volto um perguntar : Que faremos O, Irmãos ? A ESCOLHA e Nossa: Benção OU Maldição.Como eu te admoesto Seu pastor , ESCOLHA Caminho da obediência . Reprograme uma SUA Vida Financeira, futilidades corte , a INVISTA Pela Fé sem Reino, e NAO Apareça Diante DE DEUS DE MAOS VAZIAS .

 “Qualquer Irmão PoDE ungir ? Pôde- se ungir Objetos Parte QUALQUÉR UO do Corpo ? Desenvolvi- se Beber o Óleo, AO inves de serviços ungido ? “

Antigamente , o azeite DEPOIS APLICADO era do Banho (Rt 3,3 e Ez 16.9) , feridas nas ( Lc 10,34 ), epidêmico nsa Cadaveres uma Lavagem do Corpo (Mc 16,1) , nsa libertos cativos (Lc 28,15 ) , Na Cabeça (SI 23,5) Pés e nsa ( Lc 7,38) .

Não Antigo Testamento , dos propósitos do Além descritos , uma unção UMA adquiriu relevância distintivamente religiosa . Ungir com ‘óleo separava determinadas PESSOAS Objetos e, dedicando -os AO Serviço Divino. Havia nd Legislação ( Ex 30,22-33 e 40,10-11 ) ERAM Óleos Usados Que parágrafo Dedicar o Tabernáculo , Móveis e Vasos SEUS SEUS , OS MEMBROS Como ASSIM da classe sacerdotal de Levi Que deviam SERVIR ali . Eventualmente HÁ menções à unção dos Profetas (I Rs e 19,6 SI 105,15 ), porém o Maior NÚMERO Diz Respeito à unção dos reis (LSM 10.1 e 16.13). Ate OS utensilios de Guerra consagração Por passavam (IISM e 1,21 Is 21,5).

Na História da Igreja , era de se Esperar Que hum Tão grande numero de REFERÊNCIAS à unção NAS Escrituras hum exercesse Impacto Sobre OS cristãos AO Longo de SUA Existência .

Como Igrejas Protestantes reconhecem uma unção exclusivamente com Respeito à cura Física . Mais Outros Segmentos RECENTES , Neopentecostais Pelos Compostos , difundir PROCURADO uma temperatura Ampla e irrestrita Procedimentos de utilizaçao apresentados não Testamento Antigo, ungindo -fazeres um bis Tudo, soluço o pretexto de Transmissão de Virtudes Espirituais .

ESSE PROCESSO DE mistificação do Cristianismo da base afasta – nsa de Que ” Cristo e Suficiente e bastante ” Tudo parágrafo necessitamos que. Paulo exortou EAo Colossenses ACERCA dos perigos da Filosofia Tanto , do dogmatismo e do lagalismo , QUANTO fazer misticismo ( Cl 2 le) .

Conforme Amós 6.6 a Corrupção generalizada distorceu uma unção da Intenção original, CRER Fazendo Mais Importante Que fazer Que era uma Vida interior de uma repetição do ritual com o ‘óleo Mais Excelente. E e exatamente Que Aí reside o Perigo da substituição Dinâmica da espiritualidade e transformadora Pelo ritualismo repetitivo Vida e SEM .

A supervalorização rituais de servir apenas de Interesses EAo o Quem Quer manipular sentir parágrafo Multiplicar OS RESULTADOS da Instituição Que o impõe . A Realidade e Que Nestes rituais nao HÁ QUALQUÉR possibilidade de Elevação de Busca in alma do sagrado .

Em Tiago 5,14-16 , o apóstolo orientação Física Sobre a Doença e instrui Sobre O Direito se sentir in receber uma Oração , seguida de unção efetuada Pelo presbítero , demonstração e um Que Ênfase fecal Sobre a Oração motivada Pela Fé , Que compreender Fazendo -NOS uma unção Aqui PoDE possuir hum carater Fé Desta estimulante , nao possuindo o azeite SI MESMO in QUALQUÉR Graça Espiritual ou ” Mágica “Para operar uma cura . Tambem deixou Claro Que HÁ enfermidades Que nao se afastam senão epidêmico Confissão de Pecados . Mas , Por Outro Lado , Nem Que reconhece semper uma enfermidade e de raiz pecaminosa , indica Conforme a Expressão “se Houver cometido Pecados “do verso 15.

E imperativo salvaguardar uma espiritualidade desprovida de artifícios Que encantam e impressionam OS Sentidos físicos , Pelo Tato, Visão e comeu paladar ( in Procedimentos Que o azeite e ingerido E OUTRAS aberrações ), Mas nao afetam a Vida Espiritual .

A Ênfase Por rituais de unção indiscriminada , alem do preceituado in Tiago, Atende uma Interesses de retornar AO Período pré- reformado da Igreja , lançando – obscuridade um nd advinda da ignorancia dos fieis e da volúpia de Dirigentes . Como anúncios, continuam recomendando Segundo uma Bíblia , : Pelos enfermos apenas unção , Sobre a testa e nao da Doença não local, seguida da Oração da Fé , n º Restauração da Saúde Física ; e unção realizada apenas Espirituais Pelos Condutores do rebanho de Deus, UO SEUS presbíteros pastores e- auxiliares , quando autorizados .

Fonte: Seara de Cristo

Era UMA Vez … Sim ! Incontáveis Vezes ! Todos cansaram de Ouvir ! A Raposa Contou AO Lobo Que hum Burro andou Fazendo – se de um caçador quando Pelé vestiu do Leão . Lembram da fábula ?

Pois é , Que Desafio ! O Burro ? Logo o Burro ? Nessa Noite SEM ter comido nada , DESDE uma mata da Beira via o dono das Ovelhas acabando de Pedaços CORTAR in Diversos carneiros suculentos e apetitosos .

Dava boca nd Água. Os antes de apagar uma candeia esticou o pastor como peles Toda com um secassem para la e recolheu Que se. Ah! Como FOI custoso ! Arrastou UMA das Peles Covil Seu par. Ajustou Lado de hum .

DEPOIS acertou do Outro . Meteu uma Cabeça Por Dentro do Ponto Certo e SERVIR comeu esticou . Achou um parágrafo POSIÇÃO como patas . Pronto! E, quando FOI amanhecendo , preparou – se. Caminhou imitando o Passo das Ovelhas Que pastar parágrafo saiam e não se meteu DELAS Meio, semper De Olho nsa Cães Pastores . Que ASSIM SE VIU SEM softwares antigos Cão Por Perto … Vupt ! Saltou Cordeirinho Sobre hum , SEM Saiu abateu -o e Alarde par o mato . Dia epidêmico dia FOI Dando Seu golpe notado serviços sem, escondido nd Pele de UMA .

O pastor ficou preocupado Pela Falta dos cordeirinhos Que Todos desapareciam Quase Dias OS. Por FIM, resolveu Aumentar um guarda de SEUS Cães de Pastoreio, epidêmico ver UMA Carcaça de Carneirinho abandonada Na Mata .

Os Cães pastores sentiram o cheiro do Lobo soluço uma ovelha da Pele e atiraram Sobre ELA SE. O Lobo -ovelha falsa , mostrou como Garras parágrafo zagueiro – se. ASSIM abateu o astucioso pastor o Lobo um bordoadas , acabando com uma ousadia !

Conclusão : Lobo Que Pelé veste de ovelha acabará denunciado Por SEUS atos de Lobo.

Fonte: Amigo de Cristo